maio 31, 2005

22º Festival


em breve toda a informação



Cartão de apoiante


Nas circunstâncias em que se desenvolve a criação teatral no nosso País os grupos não podem produzir campanhas promocionais com a dimensão correspondente à qualidade dos projectos apresentados, por causa dos custos elevados de tais campanhas.

Mas as dificuldades que as companhias sentem são também as dificuldades daqueles a quem dirigimos prioritariamente o nosso trabalho.

É neste quadro que criámos o Grupo de Apoiantes da Companhia de Teatro de Almada. O Cartão de Apoiante dá ao seu titular o direito de assistir gratuitamente a todos os espectáculos apresentados pela Companhia e ainda o de obter 50% de desconto nos bilhetes das pessoas de que se faça acompanhar. O cartão, válido por um ano, tem o preço de 25 euros. Para os jovens até 25 anos o custo é de 12,5 euros.

Mais informações aqui

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maio 19, 2005

A Voz Humana


A Voz Humana
De Jean Cocteau
Grupo de Teatro “A Baiuca”



Na semana de 26 a 29 de Maio, a Companhia de Teatro de Almada, irá acolher um novo grupo de teatro “A Baiuca”, nos horários habituais, dia 26 (5.ª feira) a 28 (Sábado) pelas 21h30m e dia 29 (Domingo), pelas 16h.

O texto é do escritor francês Jean Cocteau, com encenação de Filipa Moraes e Rita Camarinhas, adaptação e dramaturgia de Irene Rodrigues, concepção gráfica de Hélio Catarino, maquilhagem e cabelos de Alecks Rodrigues e interpretação de Fernando Marques.

Este é o célebre monólogo telefónico escrito do escritor, poeta, pintor e cineasta francês Jean Cocteau em 1930. “Está lá!...Está?...És tu?...Estou a ouvir-te mal...Está?...”

Jean Cocteau (1889-1963) foi poeta, escritor, dramaturgo, crítico de arte, desenhista, escultor e cineasta (ele foi um dos primeiros escritores francês a fazer cinema). Além da sua contribuição às artes, o que chama a atenção das pessoas é a sua trajectória pessoal. Viveu duas Guerras Mundiais, presenciou a ebulição de Paris nas décadas de 10 e 20 e conheceu personagens impressionantes. Na lista dos que cruzaram o seu caminho estão nomes como Coco Chanel, Colette, que foi sua vizinha, ou Amedeo Modigliani, Andy Warhol e Man Ray, para quem serviu de "modelo" fotográfico ou tema de pinturas. Isto sem contar os amigos, Edith Piaf que, coincidência, morreu no mesmo dia que Cocteau, e Pablo Picasso, um colega de longa data.

Frases Célebres de Jean Cocteau
“Somos obrigados a acreditar na sorte. Afinal, sem ela, como explicar o sucesso das pessoas que detestamos ?”

”Existem verdades que só podemos dizer depois de ter conquistado o direito de dizê-las.”

As informações e reservas podem ser obtidas através dos telefones 212752175 / 212756567 para a secção de público da Companhia de Teatro de Almada, agradecemos que o façam com a maior brevidade possível, pois as reservas estão condicionadas à lotação do autocarro.

Publicado por vmar em 09:14 PM | Comentários (6) | TrackBack

maio 18, 2005

Ver ou não ver, eis a questão!

Um bêbado estava a passar por um rio, quando viu um monte de evangélicos a orar e a cantar.
Resolveu perguntar:
- O que se está a passar... hic... aqui?
- Estamos a fazer um baptismo nas águas. Você também deseja encontrar o Senhor?
- Hic... Eu quero, sim...
Os evangélicos vestiram o bêbado com uma roupa branca e levaram-no para a fila. Numa margem do rio estava um pastor que pegava nos fiéis, mergulhava a cabeça deles na água, depois tirava e perguntava:
- Irmão... viste Jesus?
- Ó, eu vi, sim...
E todos os evangélicos diziam:
- Aleluia! Aleluia!
Quando chegou a vez do bêbado, o pastor meteu-lhe a cabeça na água, depois tirou e perguntou-lhe:
- Irmão... viste Jesus?
- Não! - disse o bêbado.
O pastor colocou novamente a cabeça do bêbado na água e deixou-a lá um certo tempo. Depois tirou-a e perguntou:
- E agora, irmão... viste Jesus?
O bêbado já bastante ofegante, lá disse:
- Não!
O pastor, já nervoso, colocou de novo a cabeça do bêbado debaixo de água e deixou-a lá por uns cinco minutos. Depois puxou o bêbado e perguntou-lhe:
- E agora, irmão... já conseguiste ver Jesus?
O bêbado, já mole e trôpego de tanta água engolir, disse:
- Você tem a certeza de que Ele caiu aqui????

Publicado por vmar em 01:09 AM | Comentários (2) | TrackBack

maio 13, 2005

A Dança da Morte


A Dança da Morte
De August Strindberg
Co-produção do Teatro da Rainha e do Teatro dos Aloés


A Companhia de Teatro de Almada, irá receber de dia 18 (4.ª Feira) a 21 de Maio (Sábado), pelas 21h30m e dia 22 de Maio, pelas 16h, uma co-produção do Teatro da Rainha e do Teatro dos Alóes, “A Dança da Morte”.

O espectáculo é do escritor sueco August Strindberg, tem encenação de Fernando Mora Ramos, tradução de Isabel Lopes, cenografia e figurinos de José Carlos Faria, sonoplastia de Francisco Leal, iluminação de António Plácido e interpretação de Isabel Lopes e Victor Santos, do Teatro da Rainha e Elsa Valentim e José Peixoto do Teatro dos Aloés.

A “Dança da Morte” retrata a vida de um velho casal, do capitão Edgar e da sua esposa Alice, e as suas desilusões. Tantas foram estas que cada um deles “esgotou a parte de amor que tinha para oferecer”. “Presos um ao outro, estas duas almas torturadas esperam a morte que os libertará de uma ligação conjugal desacreditada”, escreve a produção.
August Strindberg nasceu em Estocolmo, a 22 de Janeiro de 1849, estudou na Universidade de Uppsala, de onde saiu após um semestre. Por essa altura foi acometido por uma forte depressão, decidindo suicidar-se ingerindo uma pílula de ópio. A sua primeira peça surgiu deste suicídio falhado. Foi um autor muito produtivo, tendo escrito romances, peças, poesia e mais de 7.000 cartas, foi também pintor e jornalista.
A primeira obra de vulto de Strindberg foi "Mestre Olof", escrita em 1877, seguiu-se, "O Quarto Vermelho" (1879), um romance. Em 1886, termina a sua novela biográfica, "O Filho de um Empregado", seguida de "Menina Júlia", sendo esta peça encenada pela primeira vez em 1889. Escreveu também "Em Defesa de um Louco", onde descreve o seu primeiro casamento.
No período em que vagueia pela Europa Central, escreve "Inferno e Lendas", "Para Damasco" (1898) e "Diário Oculto". No Diário, descreve a sua relação com a sua terceira esposa, Harried Bosse, com quem teve um filho. Após o divórcio de Harried resultou, em parte, a sua obra prima expressionista a peça "O Sonho", escrita em 1901.
A "Dança da Morte" foi a sua obra-prima do simbolismo, bem como "Páscoa".
August Strindberg faleceu em Maio de 1912.

As informações e reservas podem ser obtidas através dos telefones 212752175 / 212756567 para a secção de público da Companhia de Teatro de Almada, agradecemos que o façam com a maior brevidade possível, pois as reservas estão condicionadas à lotação do autocarro.

Publicado por vmar em 07:46 PM | Comentários (3) | TrackBack

maio 12, 2005

Mais ou menos grave

“É menos grave matar uma criança de cinco anos do que fazer um aborto” disse hoje um padre, algures neste país, durante uma homilia.

Mais ou menos grave, mais ou menos aborto, mais ou menos padre, mais ou menos estupidez.....
...razão terá talvez aquela paroquiana que afirmou: “o que este padre sabe fazer bem é pedir dinheiro!!!”

Publicado por vmar em 10:09 PM | Comentários (2) | TrackBack